Assuntos de Goiás TV

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Dívidas, sonegações, desvios, DRU... Mais de R$ 2 trilhões deixam de ir para a Previdência


Dívidas, sonegações, desvios, DRU... Mais de R$ 2 trilhões deixam de ir para a Previdência

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Josias de Souza: No relatório contra Temer, o óbvio

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Delegado Waldir vai ao STF para retomar vaga na CCJ e votar na admissibilidade da denúncia contra Temer

O deputado federal Delegado Waldir (PR-GO) entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (11) no qual pede para retomar a vaga na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

O parlamentar, que ocupava o posto de titular na comissão, foi substituído pelo PR nesta segunda-feira (10), como parte de uma estratégia do partido de tirar da CCJ deputados contrários ao presidente Michel Temer. A comissão votará nos próximos dias um parecer pela admissibilidade da denúncia por corrupção passiva contra o presidente.

No mandado ao STF, o delegado Waldir diz ser vítima de perseguição por representar ameaça aos interesses do governo, uma vez que votaria pela admissibilidade da denúncia.

"Sabedor de que a tendência do voto do relator, deputado Sérgio Zveiter, seria pela admissibilidade da denúncia, e tendo um placar desfavorável à sua pessoa, o Exmo. presidente Michel Temer vem realizando inúmeras manobras no sentido de angariar 41 votos a seu favor. Dentre essas manobras está a troca de membros que compõe a CCJ, por deputados de partidos aliados que manifestam apoio à Michel Temer", escreveu o deputado.

Na segunda-feira, o parlamentar manifestou indignação com a notícia de que havia sido substituído na CCJ. Ele chamou a estratégia do partido de "nojenta" e disse que foi vendido.

“Soube através da imprensa que fui tirado [da CCJ]. Me venderam. Fui vendido. Nojento isso. É barganha, é barganha. Sabe o que é barganha para se manter no governo? É isso, é barganha. Organização criminosa, e daí não medem consequências. Arrebentam com a vida, com a moral de uma pessoa", afirmou o deputado na ocasião.


Desde 26 de junho – dia em que o procurador-geral de República, Rodrigo Janot, apresentou a denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva –, partidos governistas, segundo a assessoria da CCJ, fizeram 17 substituições de deputados titulares e suplentes da CCJ.

As legendas governistas que são fiéis a Temer foram responsáveis por 10 mudanças na CCJ nas últimas duas semanas – o que corresponde a 15% dos 66 participantes do colegiado.

Só nesta segunda-feira (10), o PR anunciou a substituição de quatro de seus cinco integrantes titulares no colegiado.

Líder do PR na Câmara, José Rocha (BA) afirmou na ocasião que os deputatos do partido que foram realocados recentemente na CCJ estão “confortáveis” para votar contra a denúncia..

Um dos novos titulares da Comissão de Constituição e Justiça é um dos mais ferrenhos integrantes da "tropa de choque" de Temer na Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS).

Para acomodar o deputado do Mato Grosso do Sul em uma cadeira de titular, o líder do PMDB na Casa, Baleia Rossi (SP), teve que fazer duas movimentações no xadrez político que virou a CCJ. Em 30 de junho, Marun foi nomeado suplente da comissão, substituindo Valtenir Pereira (MT), que havia trocado o PMDB pelo PSB.

Dez dias depois, Marun foi deslocado para a cadeira de José Fogaça (PMDB-RS), peemedebista que vinha emitindo sinais de que poderia votar a favor da denúncia.

domingo, 9 de julho de 2017

A POLITICA NO BRASIL


Wlillia Waack recebe os prof. de Relações Internacionais: Gunther Rudizit /fac Rio Branco, Alexandre Fuccille/ Unesp e Guilherme Casarões/FGV para discutir o G20 no atual cenário mundial.

sábado, 8 de julho de 2017

Temer diz que não existe crise no Brasil


A abertura do G20 foi marcada por mais um dia de protestos violentos nas ruas de Hamburgo. Ao chegar à Alemanha para a reunião, o presidente Michel Temer disse que não existe crise econômica no Brasil.

ARTICULAÇÃO PARA MAIA VIRAR PRESIDENTE CRESCE NOS BASTIDORES



A Polícia Rodoviária Federal anunciou que vai diminuir o patrulhamento e fechar postos nas estradas. O orçamento da Polícia Rodoviária caiu pela metade.

No final de junho, a Polícia Federal suspendeu a emissão de passaportes e reclamou de que não tem dinheiro bastante para transporte. Uma empresa estatal começou a pedir doações de computadores. É a Empresa de Planejamento Energético, que faz os planos de expansão da produção de energia no Brasil, em especial energia elétrica. Mais de metade do orçamento da empresa foi cortado. São apenas alguns exemplos recentes de que a pindaíba do governo federal começa a ficar crítica. Há coisa mais grave. 

Hospitais federais têm atendido mais gente, porque muitas pessoas perderam o plano de saúde, porque estão desempregadas. Mas não tem verba para atender essa procura extra.

A receita do governo cai, as despesas não caem o suficiente. Algumas, crescem demais. A despesa da Previdência cresceu mais de 7% este ano. Muito mais grave, o gasto com salários e aposentadorias do funcionalismo federal cresceu quase 12%. Desconsideradas essas despesas, o resto do gasto do governo federal caiu 15%. O gasto em obras caiu mais de 50%.
Chegamos ao limite de cortes. Para cortar mais, o governo vai suspender ou piorar serviços. 

Para remendar a situação, o governo está planejando algum aumento de imposto, como o da gasolina. Ou voltar a cobrar logo contribuições de certos setores para o INSS, que passaram a pagar menos no governo Dilma Rousseff.

Mas os remendos não vão bastar. É preciso conter o aumento do gasto obrigatório, em Previdência e com o funcionalismo. É preciso que o país volte a crescer logo, sem o que não haverá mais receita de imposto. Vai ser preciso cobrar muito imposto novo, de preferência dos mais ricos, pois chegamos a um buraco muito fundo.

A gente corre o risco de enfrentar problemas como os do governo do Rio. Enquanto isso, a maioria do governo e do Congresso se dedica a discutir como vai fugir da polícia.

A pindaíba do governo fica crítica

A Polícia Rodoviária Federal anunciou que vai diminuir o patrulhamento e fechar postos nas estradas. O orçamento da Polícia Rodoviária caiu pela metade.

No final de junho, a Polícia Federal suspendeu a emissão de passaportes e reclamou de que não tem dinheiro bastante para transporte. Uma empresa estatal começou a pedir doações de computadores. É a Empresa de Planejamento Energético, que faz os planos de expansão da produção de energia no Brasil, em especial energia elétrica. Mais de metade do orçamento da empresa foi cortado. São apenas alguns exemplos recentes de que a pindaíba do governo federal começa a ficar crítica. Há coisa mais grave. 

Hospitais federais têm atendido mais gente, porque muitas pessoas perderam o plano de saúde, porque estão desempregadas. Mas não tem verba para atender essa procura extra.

A receita do governo cai, as despesas não caem o suficiente. Algumas, crescem demais. A despesa da Previdência cresceu mais de 7% este ano. Muito mais grave, o gasto com salários e aposentadorias do funcionalismo federal cresceu quase 12%. Desconsideradas essas despesas, o resto do gasto do governo federal caiu 15%. O gasto em obras caiu mais de 50%.
Chegamos ao limite de cortes. Para cortar mais, o governo vai suspender ou piorar serviços. 

Para remendar a situação, o governo está planejando algum aumento de imposto, como o da gasolina. Ou voltar a cobrar logo contribuições de certos setores para o INSS, que passaram a pagar menos no governo Dilma Rousseff.

Mas os remendos não vão bastar. É preciso conter o aumento do gasto obrigatório, em Previdência e com o funcionalismo. É preciso que o país volte a crescer logo, sem o que não haverá mais receita de imposto. Vai ser preciso cobrar muito imposto novo, de preferência dos mais ricos, pois chegamos a um buraco muito fundo.

A gente corre o risco de enfrentar problemas como os do governo do Rio. Enquanto isso, a maioria do governo e do Congresso se dedica a discutir como vai fugir da polícia.

Desde quando compra de votos é harmonia entre poderes


E agora o comentário de Josias de Souza direto de Brasília. Ele fala sobre a defesa do Presidente Temer.

Deputados fazem contas sobre Temer


E agora o comentário de Josias de Souza direto de Brasília. Ele fala sobre a defesa do Presidente Temer.

Fatos novos desabam sobre Temer


E agora o comentário de Josias de Souza direto de Brasília. Ele fala sobre o estremecimento da relação entre o Presidente Temer e Rodrigo Maia, Presidente da Câmara.

PSDB sinaliza apoio à Maia antes de abandonar Temer


Jornalista critica a fala do líder do governo no Congresso, que afirmou estar sendo perseguido junto com outros políticos. Romero Jucá ainda disse que o foro privilegiado não pode ser uma “suruba” exclusiva de alguns grupos.

Boechat sobre Romero Jucá: alcunha é de ladrão, não bruxo


Jornalista critica a fala do líder do governo no Congresso, que afirmou estar sendo perseguido junto com outros políticos. Romero Jucá ainda disse que o foro privilegiado não pode ser uma “suruba” exclusiva de alguns grupos.

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